De acordo com uma funcionária da TR2, houve um ajuste de conduta da empresa em atender um grupo de colaboradoras no âmbito do pagamento dos 20% de insalubridade. Alguns estaria de fora da contemplação.
Ainda conforme os relatos, semana passada a empresa reuniu um grupo de colaboradoras e as denominou de 'lideranças', prometendo pagar a insalubridade por manipulação de produtos tóxicos em área de risco à saúde, no caso o banheiro, e que elas seriam responsáveis pelo setor junto das colegas de trabalho.
De acordo com áudio da reunião, o encarregado alega que os produtos de limpeza não seriam o objeto da questão, que a 'insalubridade seria apenas o contato das funcionárias com o sanitário', onde haveria o risco de contaminação como consta em acordo da convenção coletiva.Ainda no áudio é possível ouvir que o encarregado até não concorda com a nova forma de contemplar algumas colaboradoras, porém, por uma questão de contrato com a prefeitura, a qual não está repassando o valor a ser pago às colaboradoras, a nova forma de agir é inevitável.
Para amenizar a questão apenas as colaboradoras classificadas como 'líderes' serão direcionadas à limpeza dos banheiros e que o benefício seria 'provisório' até que o contrato seja renovado com a prefeitura e ela comece a repassar o valor para pagar o efetivo.
A medida é uma forma de pressionar a prefeitura a rever a questão, procurando atender o contrato e o repasse dos valores previsto para que sejam repassados aos colaboradores — destacando a renovação de contrato entre a empresa e a prefeitura após o vencimento em maio.
Algumas funcionárias sem mostraram 'revoltadas' com a situação e que elas já vem ao logo do tempo trabalhando no setor sem o reconhecimento devido com o pagamento do benefício.



0 Comentários