A denúncia relata que, dos R$ 15 milhões pagos pela Fundação CEPERJ ao Instituto Fair Play, para a realização de atividades do programa “Esporte Presente”, aproximadamente R$ 5 milhões (um terço do valor empenhado) foram repassados para empresas individuais de Ricardo, segundo informado na prestação de contas apresentada pela OSC. Seis dias depois da efetivação do pagamento, Marcello adquiriu um veículo no valor de R$ 162 mil, cuja quantia foi integralmente paga, mediante transferência bancária, pela empresa Ricardo Pires Produção de Eventos, de propriedade exclusiva do denunciado Ricardo.
“Considerando que o denunciado Ricardo é o único sócio e administrador da Ricardo Pires Produção de Eventos, evidencia-se o seu consentimento com a destinação do montante de R$ 162 mil para a aquisição de veículo de luxo pelo denunciado Marcello, caracterizando o pagamento de vantagem ilícita em favor do citado agente público”, descreve dos trechos da denúncia.
Além das diligências feitas pela Promotoria de Investigação Penal, a apuração contou com informações apuradas pela 3ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania da Capital.



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