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| Imagens: reprodução |
Em coletiva de imprensa, na tarde desta sexta-feira, 19 de dezembro, após operação da Polícia Federal com aval do Supremo Tribunal Federal (STF) contra suposto desvio verba de emenda parlamentares, o deputado Sóstenes Cavalcante disse que os R$ 400 mil apreendidos na ação é proveniente de uma venda de um imóvel que ele teria feito e não ter tido tempo para transferir para uma conta bancaria.
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“O senhor disse ser lacrado e tal. Por que não faz um depósito? O senhor concorda que é estranho? Não, lógico. Lógico, é porque recebi recentemente o dinheiro e, com essa correria de trabalho, etc. e tal, eu acabei não fazendo depósito, mas faria. Inclusive, parte dele tenho pensando em fazer outros negócios e tudo. Acabei não fazendo depósito.
Foi simplesmente o lápis. Ninguém pega um dinheiro ilícito e bota em casa, gente. Mas o depósito de ilícito, por exemplo… Não, é porque guardei no guarda-roupa.
Não, eu peguei o dinheiro, recebi o dinheiro, guardei e coloquei ali. Simples isso. Estava no meu apartamento, no meu flat aqui em Brasília.”
Já para Carlos Jordy a operação é uma perseguição política.
Pessoal, hoje é dia 19 de dezembro de 2025, dia do aniversário da minha filha. Sete da manhã, a Polícia Federal acabou de sair daqui. Fizeram uma busca e apreensão em mim, mais uma busca apreensão.
Aliás, parece que buscam sempre fazer essas diligências contra mim em aniversários de pessoas da minha família. No dia 18 de janeiro de 2024, fizeram uma busca e apreensão na minha casa. Minha mãe, inclusive, dormia aqui.
Era aniversário da minha mãe. Alegando que eu teria alguma participação com o 8 de janeiro. Pegaram uma foto forjada, que era uma foto, na verdade, de uma pessoa na posse do Bolsonaro e diziam que era do 8 de janeiro.
No dia 19 de dezembro do ano passado, fizeram essa busca e apreensão com esse mesmo motivo aqui, por determinação de Flavio Dino. Fizeram nos meus assessores. E era aniversário da minha filha.
E hoje, novamente, evidente, aniversário da minha filha, e estão fazendo, novamente, essa busca e apreensão. Covarde! Alegando que eu teria desviado recursos da cota parlamentar para uma empresa de fachada com um aluguel de carros. Sendo que é a mesma empresa que alugo carros desde o início do meu primeiro mandato.
A mesma empresa que o deputado Sóstenes, que também acredito que esteja sendo alvo de busca e apreensão, que também aluga veículos dessa mesma empresa desde o início do primeiro mandato dele. E a alegação deles é tosca. Eles dizem que chama muito a atenção o número de veículos dessa empresa, que aluga para vários outros deputados, inclusive.
Dizendo que as outras empresas têm mais de 20 veículos, 20 veículos na sua frota, e a Haroê, a locação de veículos, tem apenas 5 veículos. Por isso seria uma empresa de fachada. Eu sei o que eles estão fazendo.
Isso aqui é mais do que querer nos intimidar. É uma pesca probatória. É fishing expedition.
Eu não vou me deixar abalar com isso. Mesmo fazendo essa covardia também com os meus pais, que estão fazendo. Eles estão indo também.
Eles estão fazendo essa mesma busca e apreensão na casa dos meus pais. Dois senhores, senhores de idade. Dois idosos.
Mas nós não vamos nos intimidar. Eu não vou baixar a minha cabeça para essa covardia. Isso aqui, para mim, vai ser mais um instrumento de ânimo para enfrentar essa tirania, essa ditadura do judiciário, que persegue seus adversários utilizando o aparato da justiça, o aparato público, o aparato estatal.
Vamos vencer essa batalha no que vem. Eu não vou jamais deixar com que isso aqui possa me intimidar, me coagir, me fazer baixar a cabeça. Vou enfrentar de cabeça em pé tudo isso e vamos vencer essa batalha no que vem, finalizou.



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