Com o objetivo de chamar atenção para o crescimento dos casos de violência contra a mulher, evento reuniu representantes do poder público, da sociedade civil e da população em geral
A Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres e Direitos Humanos (SMDH) e reuniu representantes do poder público, da sociedade civil e da população em geral para um ato contra feminicídio na tarde desta terça-feira, 27 de janeiro, na Praça 17 de Julho, no bairro Aterrado, em Volta Redonda.
A ação teve como objetivo chamar a atenção para o crescimento alarmante dos casos de agressão, ameaças, tentativas de feminicídio e feminicídios registrados no país, reforçando a importância da prevenção, da denúncia e da garantia dos direitos das mulheres. Durante o ato, foram destacadas a necessidade de fortalecer a rede de proteção e o compromisso do município no enfrentamento à violência de gênero.
A secretária municipal de Política para Mulheres e Direitos Humanos, Glória Amorim, destacou a importância do fortalecimento da rede de proteção às mulheres em Volta Redonda e os desafios ainda enfrentados no combate à violência de gênero.
“Volta Redonda possui uma rede de atendimento à mulher estruturada, mas a violência ainda é uma realidade preocupante. Mesmo com serviços humanizados, muitas mulheres encontram dificuldades para acessar seus direitos, reflexo de uma sociedade machista e patriarcal. Nosso papel é acolher, orientar e conscientizar essas mulheres sobre a importância de denunciar e buscar ajuda”, disse a secretária.
A delegada da Deam (Delegacia de Atendimento Especializado à Mulher), Juliana Montes, alertou para o aumento dos casos de violência contra a mulher no país e reforçou a importância da denúncia e do uso dos canais de proteção disponíveis.
“O Brasil tem registrado um crescimento nos casos de feminicídio e de violência contra a mulher, e é fundamental que a sociedade se una para dizer basta. Existem várias formas de denunciar, não apenas de forma presencial. As mulheres podem buscar ajuda pelo 180, por aplicativos como Maria da Penha e Rede Mulher, além do 190, que deve ser acionado em situações de emergência”, afirmou a delegada.
“Volta Redonda possui uma rede de atendimento à mulher estruturada, mas a violência ainda é uma realidade preocupante. Mesmo com serviços humanizados, muitas mulheres encontram dificuldades para acessar seus direitos, reflexo de uma sociedade machista e patriarcal. Nosso papel é acolher, orientar e conscientizar essas mulheres sobre a importância de denunciar e buscar ajuda”, disse a secretária.
A delegada da Deam (Delegacia de Atendimento Especializado à Mulher), Juliana Montes, alertou para o aumento dos casos de violência contra a mulher no país e reforçou a importância da denúncia e do uso dos canais de proteção disponíveis.
“O Brasil tem registrado um crescimento nos casos de feminicídio e de violência contra a mulher, e é fundamental que a sociedade se una para dizer basta. Existem várias formas de denunciar, não apenas de forma presencial. As mulheres podem buscar ajuda pelo 180, por aplicativos como Maria da Penha e Rede Mulher, além do 190, que deve ser acionado em situações de emergência”, afirmou a delegada.
O ato fez, ainda, referência a um caso recente de tentativa de feminicídio ocorrido em Volta Redonda, no qual uma mulher foi baleada pelo ex-companheiro. O episódio causou comoção e evidenciou a urgência de ações contínuas de enfrentamento à violência contra mulher.
Bionda Vigorito, cunhada da vítima, cobrou justiça e questionou a liberação do agressor, que já havia sido preso por descumprir uma medida protetiva. “O sentimento é de revolta e de busca por justiça. Mesmo com medida protetiva, o agressor, que já havia sido preso por descumpri-la, foi liberado com porte de arma, queremos respostas sobre isso. A família está abalada, mas seguimos confiantes. Ela está reagindo bem e lutando pela vida. Estamos aqui para que isso não se repita e para que as mulheres não precisem viver com medo”.



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