/>
Assédio eleitoral: 92% dos processos analisados pelo TST apontam pressão política institucional nas empresas

Assédio eleitoral: 92% dos processos analisados pelo TST apontam pressão política institucional nas empresas

Assédio eleitoral: 92% dos processos analisados pelo TST apontam pressão política institucional nas empresas
Pesquisa inédita do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que analisou processos relacionados ao assédio eleitoral, identificou as principais estratégias utilizadas para pressionar os trabalhadores durante os períodos eleitorais. O número de denúncias é muito maior que o de processos que chegam à Justiça. Em 2022, por exemplo, o MPT recebeu 3.370 denúncias de assédio eleitoral, recorde da série. Em 2026, até agora, foram 74, mas a campanha eleitoral acabou de começar.

Em 92% dos casos analisados, foram encontradas características de assédio institucional, com envolvimento da estrutura ou da cultura organizacional das empresas. Entre as práticas identificadas estão o uso de canais corporativos para propaganda político-partidária, reuniões internas com conteúdo eleitoral, orientações sobre como se manifestar politicamente, convocação de funcionários para atividades de campanha e utilização da jornada de trabalho para ações relacionadas às eleições.

Diante dos dados, a discussão sobre como identificar e reagir a situações de pressão política no ambiente profissional ganha relevância. A advogada trabalhista Claudia Securato, sócia do escritório Securato Advogadas, pode comentar quais situações podem configurar assédio eleitoral, quais são os direitos dos trabalhadores e quais medidas podem ser tomadas diante de ameaças ou constrangimentos.

Postar um comentário

0 Comentários

Close Menu