Uso do equipamento para fins estéticos é proibido pela Anvisa
A Vigilância Sanitária de Volta Redonda interditou nesta sexta-feira, dia 14, uma câmara de bronzeamento artificial em estabelecimento de estética no município. A utilização do equipamento para fins estéticos é expressamente proibida pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) através da Resolução nº 56 de 09 de novembro de 2009.
Pela norma, é proibido em todo o território nacional a importação, recebimento em doação, aluguel, comercialização e o uso dos equipamentos para bronzeamento artificial, com finalidade estética, baseados na emissão de radiação ultravioleta.
Segundo o coordenador da Vigilância Sanitária de Volta Redonda, Carlos Amaro Chicarino de Carvalho, o equipamento foi lacrado e interditado, além disso, o estabelecimento intimado a realizar o descarte do mesmo, através de empresa especializada, de acordo com determinações das legislações ambientais vigentes, devido ao risco de contaminação ambiental, e multado.
“A ação reafirma o papel estratégico da Vigilância Sanitária no fortalecimento de práticas seguras visando eliminar riscos à saúde da população. Esse foi o segundo equipamento do tipo interditado pelo órgão”, disse Amaro, ressaltando que responsáveis por essa prática podem responder judicialmente por crime contra a saúde pública.
Para denunciar, a população pode entrar em contato pela Central de Atendimento Único (CAU), que atende pelo telefone 156.
Efeito cancerígeno
A Anvisa alerta que a exposição aos raios ultravioletas possui efeito cancerígeno para humanos. E com o aumento do uso desses equipamentos em todo país, a agência reforçou a proibição do uso dessas câmaras de bronzeamento irregulares pela Resolução nº 1.260 de 1º de abril de 2025, afirmando que a motivação considera os riscos à saúde causados pelos usos de lâmpadas de bronzeamento artificial, incluindo o aumento da incidência de câncer de pele, envelhecimento precoce e danos oculares.
Foto: Divulgação/Vigilância Sanitária.
Secom/PMVR
Pela norma, é proibido em todo o território nacional a importação, recebimento em doação, aluguel, comercialização e o uso dos equipamentos para bronzeamento artificial, com finalidade estética, baseados na emissão de radiação ultravioleta.
Segundo o coordenador da Vigilância Sanitária de Volta Redonda, Carlos Amaro Chicarino de Carvalho, o equipamento foi lacrado e interditado, além disso, o estabelecimento intimado a realizar o descarte do mesmo, através de empresa especializada, de acordo com determinações das legislações ambientais vigentes, devido ao risco de contaminação ambiental, e multado.
“A ação reafirma o papel estratégico da Vigilância Sanitária no fortalecimento de práticas seguras visando eliminar riscos à saúde da população. Esse foi o segundo equipamento do tipo interditado pelo órgão”, disse Amaro, ressaltando que responsáveis por essa prática podem responder judicialmente por crime contra a saúde pública.
Para denunciar, a população pode entrar em contato pela Central de Atendimento Único (CAU), que atende pelo telefone 156.
Efeito cancerígeno
A Anvisa alerta que a exposição aos raios ultravioletas possui efeito cancerígeno para humanos. E com o aumento do uso desses equipamentos em todo país, a agência reforçou a proibição do uso dessas câmaras de bronzeamento irregulares pela Resolução nº 1.260 de 1º de abril de 2025, afirmando que a motivação considera os riscos à saúde causados pelos usos de lâmpadas de bronzeamento artificial, incluindo o aumento da incidência de câncer de pele, envelhecimento precoce e danos oculares.
Foto: Divulgação/Vigilância Sanitária.
Secom/PMVR



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