Orientações visam garantir a segurança no trânsito e reforçar os locais permitidos para circulação, além dos equipamentos obrigatórios
Embora os veículos autopropelidos e as bicicletas elétricas não exijam carteira de habilitação, o tráfego fora das normas representa risco real no dia a dia urbano. As autoridades chamam a atenção dos pais e responsáveis para que orientem os menores sobre os limites de velocidade, locais adequados para rodar e o respeito à sinalização de trânsito.
De acordo com as normas vigentes, é permitida a circulação em ciclovias, ciclofaixas e vias com velocidade máxima permitida de até 40 km/h. É proibido trafegar sobre calçadas (salvo autorização expressa do município com sinalização) e em vias de trânsito rápido ou rodovias. Já em áreas de circulação de pedestres, quando expressamente autorizadas, a velocidade máxima é de até 6 km/h.
Segundo o comandante da Guarda Municipal de Volta Redonda, Silvano de Paula, os condutores de bicicletas elétricas e autopropelidos devem respeitar o limite de até 32 km/h nas vias permitidas. Por isso, indicador de velocidade, campainha e sinalização noturna são equipamentos obrigatórios. Já o uso do capacete não é obrigatório por lei, porém altamente recomendado.
"Nosso objetivo não é proibir a mobilidade alternativa, que é positiva para a cidade, mas garantir que ela ocorra com responsabilidade e, acima de tudo, segurança. Pedimos o apoio das famílias para que conversem com seus filhos sobre a importância de respeitar os pedestres e as regras de trânsito", destacou Silvano.
Ciclomotores x autopropelidos
Veículos mais potentes que atingem até 50 km/h entram na categoria de ciclomotores. Estes exigem habilitação ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotores) ou CNH (Carteira Nacional de Habilitação) categoria A, registro/licenciamento, idade mínima de 18 anos e uso obrigatório de capacete de motociclista.
Foto: Geraldo Gonçalves – Secom/PMVR e Divulgação/Semop


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