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Justiça mantém prisão preventiva de suspeito de chefiar organização criminosa em Volta Redonda

Justiça mantém prisão preventiva de suspeito de chefiar organização criminosa em Volta Redonda

Justiça mantém prisão preventiva de suspeito de chefiar organização criminosa em Volta Redonda
A justiça aceitou o pedido do Ministério Público e manteve a prisão preventiva de Jefferson Quintino, apontado como chefe de uma organização criminosa com atuação no tráfico de drogas em Volta Redonda, no Sul Fluminense, e em municípios do interior de Minas Gerais. Jefferson foi preso no último dia 2 de setembro, escondido em um bunker construído no interior de um imóvel no bairro Vale Verde, em Volta Redonda. A prisão foi realizada após trabalho de inteligência que permitiu localizar o investigado, apesar de uma fraude que havia retirado dos sistemas oficiais registros de ordens judiciais de prisão contra ele.  
  
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Gerente do tráfico no Vale Verde é preso em Volta Redonda Durante a audiência, o NACAC/MPRJ se manifestou pelo encaminhamento do custodiado aos juízos responsáveis pelos mandados, para o prosseguimento das medidas cabíveis. Na decisão, o juízo ratificou o cumprimento dos mandados e destacou que as ordens de prisão permaneciam válidas.
  
A prisão está relacionada a três ordens judiciais, expedidas pela 1ª Vara Criminal de Volta Redonda e pela Vara Única da Comarca de Rio Preto, em Minas Gerais. As ordens de prisão haviam sido renovadas em 02/09, após a identificação de registros fraudulentos que indicavam indevidamente o cumprimento dos mandados anteriores. Segundo as investigações, houve acesso não autorizado ao sistema informatizado vinculado à Comarca de Arroio Grande (RS), com a inserção de falsos registros que fizeram com que as prisões deixassem de constar como pendentes no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP/CNJ), embora o investigado permanecesse em liberdade.  
  
A fraude é investigada em inquérito policial, instaurado para apurar a invasão dos sistemas do Judiciário, identificar os responsáveis e verificar eventual participação do custodiado. O caso também será encaminhado aos juízos responsáveis pelas ordens de prisão para o prosseguimento das medidas judiciais.

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