Foto: divulgação da Polícia Civil |
De acordo com as investigações, que contaram com o apoio da Decon do Rio Grande do Sul, no período de maio a junho do ano passado, aproveitando-se da tragédia climática que assolou o estado gaúcho, os sócios de uma empresa adquiriram 800 toneladas de carne bovina estragada, que ficou submersa por muitos dias em Porto Alegre. Eles alegavam que a intenção era a fabricação de ração animal.
O destino do produto deteriorado, porém, foi bem diferente. O grupo vendeu a carne para outras empresas, obtendo lucro de mais de 1.000% e colocando em risco consumidores de todo o Brasil.
Os investigados podem responder pelos crimes de associação criminosa, receptação, adulteração e corrupção de alimentos, com alcance em todo o país.
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