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Senadora Damares Alves apela 'direitos humanos' à Bolsonaro ao visitar presídio

Senadora Damares Alves apela 'direitos humanos' à Bolsonaro ao visitar presídio

Senadora Damares Alves apela 'direitos humanos' à Bolsonaro ao visitar presídio
Senadora Damares Alves apela 'direitos humanos' à Bolsonaro ao visitar presídio / Imagens: reprodução
A Comissão de Direitos Humanos do Senado, liderado pela Senadora Damares Alves, esteve nesta segunda-feira, 17 de novembro, no complexo Penitenciário da Papuda (Distrito Federal), presidio onde o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) irá cumprir pena por condenação no inquérito de tentativa de golpe de Estado.

De acordo com a parlamentar, usando da prerrogativa de visitar qualquer presídio, a comissão foi até a cela, onde o ex-presidente irá ficar, exigindo que ele tenha toda condição humana, por conta de sua saúde fragilizada.

A senadora afirmou tratar-se de uma “visita técnica” destinada a levantar informações sobre uma eventual prisão de Bolsonaro no local.

O ex-presidente foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses de prisão no inquérito. A ação continua na fase de recursos e, até esta segunda-feira, não havia definição sobre onde Bolsonaro e outros sete réus condenados cumpririam pena.

Segundo Damares, a comitiva buscava esclarecer questões práticas caso Bolsonaro seja encaminhado ao presídio. Entre as dúvidas apresentadas pela senadora estavam o tempo de atendimento médico em caso de urgência, a distância entre as celas e a unidade de saúde do complexo e a rapidez com que um agente penitenciário poderia acionar socorro.

“Viemos conhecer as instalações como um todo, não viemos ver uma cela específica. A nossa maior preocupação é: Bolsonaro está muito doente, qual é o tempo entre o complexo e o primeiro hospital? O tempo de deslocamento seria suficiente?”, afirmou Damares em vídeo publicado nas redes sociais. A senadora relatou ter visitado a ala destinada a detentos idosos e observado “cenas muito tristes”, incluindo presos com mais de 80 anos e em estado debilitado. Ela disse ainda ter questionado a administração prisional sobre a qualidade da alimentação.

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