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Após ação do MP, governador Cláudio Castro exonera servidores envolvidos no caso do Banco Master

Após ação do MP, governador Cláudio Castro exonera servidores envolvidos no caso do Banco Master

Após ação do MP, governador Cláudio Castro exonera servidores envolvidos no caso do Banco Master
Governador Cláudio Castro
Dez servidores foram exonerados pelo governador Cláudio Castro por medida do Ministério Publico. Eles são investigados por terem autorizado e mantido investimentos do Rioprevidência no Banco Master.

A Controladoria-Geral do Estado publicou, na última segunda-feira, 1 de dezembro, uma resolução interna criando um grupo de trabalho para acompanhar o cumprimento da Recomendação, que solicita ao Rioprevidência e à Secretaria de Estado de Fazenda (SEFAZ-RJ) a adoção de medidas para proteger o patrimônio previdenciário do Estado e recuperar eventuais perdas decorrentes da liquidação extrajudicial do banco.

A atuação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro foi motivada pela liquidação da instituição financeira, decretada pelo Banco Central em razão de graves irregularidades e da deterioração de sua situação patrimonial. Segundo a Recomendação, o Rioprevidência mantinha aplicações de volume expressivo no banco, cuja insolvência expôs recursos do regime próprio a um risco de crédito considerado desproporcional e incompatível com os parâmetros de segurança exigidos para investimentos dessa natureza. O quadro gerou risco direto sobre valores destinados ao pagamento de benefícios previdenciários.

A Recomendação do GAESF/MPRJ ressaltou que falhas na gestão desses investimentos resultaram na perda do Certificado de Regularidade Previdenciária (CRP), levando o Estado do Rio de Janeiro à inscrição no CAUC (Serviço Auxiliar de Informações para Transferências Voluntárias) e ao impedimento de receber transferências voluntárias da União, além de contratar operações de crédito com bancos federais.

Ainda de acordo com o documento expedido, o impacto extrapolou o âmbito previdenciário e afetou o equilíbrio fiscal do Estado, cabendo à Fazenda estadual atuar de forma conjunta e coordenada com o Rioprevidência para regularizar o CRP, restabelecer a possibilidade de repasses federais e conter os prejuízos decorrentes da irregularidade.

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