Censo Condominial 2025 aponta índice recorde de 11,95% e aumento contínuo das taxas mensais
A inadimplência condominial deve permanecer como um dos principais desafios da gestão financeira dos condomínios brasileiros em 2026. Dados do Censo Condominial 2025 indicam que o índice nacional atingiu 11,95%, o maior já registrado pela pesquisa, refletindo o aumento dos custos operacionais e a pressão sobre o orçamento das famílias.
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O levantamento mostra ainda que o valor médio da taxa condominial passou de R$ 413 em 2022 para R$ 516 em 2025, crescimento impulsionado principalmente por reajustes em contratos de serviços, manutenção predial e outras despesas fixas. Esse cenário tem impacto direto no fluxo de caixa dos empreendimentos, dificultando o equilíbrio financeiro e exigindo maior planejamento por parte de síndicos e administradoras.
Para 2026, a expectativa do mercado é de manutenção da inadimplência em patamar elevado, especialmente em um contexto econômico marcado por juros altos e inflação persistente, que afetam gastos essenciais das famílias. Diante disso, especialistas apontam a necessidade de uma gestão cada vez mais profissional, com foco em previsibilidade orçamentária, controle financeiro e estratégias eficientes de cobrança.
A adoção de tecnologias de gestão, a automação de processos e a ampliação da transparência na comunicação com os moradores despontam como caminhos para reduzir riscos e fortalecer a cultura de adimplência. Medidas como a revisão periódica de contratos, o uso estratégico do fundo de reserva e o planejamento de longo prazo também tendem a ganhar protagonismo no próximo ano.

O levantamento mostra ainda que o valor médio da taxa condominial passou de R$ 413 em 2022 para R$ 516 em 2025, crescimento impulsionado principalmente por reajustes em contratos de serviços, manutenção predial e outras despesas fixas. Esse cenário tem impacto direto no fluxo de caixa dos empreendimentos, dificultando o equilíbrio financeiro e exigindo maior planejamento por parte de síndicos e administradoras.
Para 2026, a expectativa do mercado é de manutenção da inadimplência em patamar elevado, especialmente em um contexto econômico marcado por juros altos e inflação persistente, que afetam gastos essenciais das famílias. Diante disso, especialistas apontam a necessidade de uma gestão cada vez mais profissional, com foco em previsibilidade orçamentária, controle financeiro e estratégias eficientes de cobrança.
A adoção de tecnologias de gestão, a automação de processos e a ampliação da transparência na comunicação com os moradores despontam como caminhos para reduzir riscos e fortalecer a cultura de adimplência. Medidas como a revisão periódica de contratos, o uso estratégico do fundo de reserva e o planejamento de longo prazo também tendem a ganhar protagonismo no próximo ano.
Para Luciano Magalhães Macedo, CEO do Cerus, 2026 será um período decisivo para o setor. “Os dados mais recentes mostram que o enfrentamento da inadimplência exigirá uma atuação mais estruturada dos condomínios. A profissionalização da gestão, aliada ao uso de ferramentas tecnológicas e à comunicação clara com os moradores, será fundamental para minimizar impactos financeiros e promover maior sustentabilidade na administração condominial”, afirma.



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