Bando
era composto por alguns dos principais "puxadores de guerra" do
Complexo da Penha. Dentre eles, o autor do homicídio de um mototaxista,
ocorrido horas antes, em Bom Pastor
Uma intensa troca de tiros entre policiais e criminosos na noite de sexta-feira, 30 de janeiro, terminou com cinco suspeitos mortos e na apreensão de quatro fuzis de guerra na Comunidade do
Rola Bosta, em Belford Roxo.
Toda a ação teve início após o homicídio de um mototaxista, ocorrido também na tarde de sexta, no Bairro de Bom Pastor. De acordo com imagens de uma câmera de segurança do estabelecimento, um homem entra ao que aparenta ser um ferro-velho e atira diversas vezes contra a vítima, à queima-roupa. Um segundo homem, com roupas camufladas, realiza os disparos finais. A área foi isolada e da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense foi acionada.
Diante do crime, o comando do 39° BPM e seu Setor de Inteligência iniciaram um rápido trabalho de monitoramento e coleta de dados. Nesse processo, foi identificado que os integrantes do crime organizado local iniciaram até mesmo publicações em aplicativos de celular ameaçando a população e a continuidade dos crimes após o homicídio.
Com base em um rastreamento preciso, as equipes do 39° BPM localizaram um grupo de criminosos entrando em um veículo na Comunidade do Rola Bosta, mais precisamente na Rua Miguel Guimarães. De acordo com os policiais que conduziram a ocorrência, houve forte resistência armada, onde os quatro suspeitos foram atingidos e socorridos ao Hospital Municipal de Belford Roxo, porém não resistindo aos ferimentos. Com eles, foram apreendidos um fuzil modelo AK-47 e três fuzis Colt-5.56, os quatro com carregadores municiados, e uma granada, além do automóvel.
Os quatro envolvidos eram conhecidos pelos apelidos de Bibico, Urubuzinho, JN e Maçã e integravam a facção criminosa que atua no Complexo da Penha, localizado na Zona Norte do Rio, e trabalhavam como “puxadores de guerra” do narcotraficante Edgard Alves Andrade, o Doca, um dos criminosos mais procurados do país.
O grupo era apontado como autor de diversas ações armadas pela disputa territorial de comunidades da Baixada Fluminense como, por exemplo, as do Gogó da Ema e Trio de Ouro, situadas respectivamente em Belford Roxo e São João de Meriti, assim como os envolvidos eram integrantes ativos de comunidades já dominadas pela facção criminosa, como a própria Rola a Bosta e a do Castelar, também em Belford Roxo.
Vale ressaltar que, diante de uma análise preliminar das imagens captadas pela câmera de segurança, o criminoso Maçã seria um dos autores do já citado homicídio de um mototaxista, ocorrido horas antes, em Bom Pastor.
Toda a ação teve início após o homicídio de um mototaxista, ocorrido também na tarde de sexta, no Bairro de Bom Pastor. De acordo com imagens de uma câmera de segurança do estabelecimento, um homem entra ao que aparenta ser um ferro-velho e atira diversas vezes contra a vítima, à queima-roupa. Um segundo homem, com roupas camufladas, realiza os disparos finais. A área foi isolada e da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense foi acionada.
Diante do crime, o comando do 39° BPM e seu Setor de Inteligência iniciaram um rápido trabalho de monitoramento e coleta de dados. Nesse processo, foi identificado que os integrantes do crime organizado local iniciaram até mesmo publicações em aplicativos de celular ameaçando a população e a continuidade dos crimes após o homicídio.
Com base em um rastreamento preciso, as equipes do 39° BPM localizaram um grupo de criminosos entrando em um veículo na Comunidade do Rola Bosta, mais precisamente na Rua Miguel Guimarães. De acordo com os policiais que conduziram a ocorrência, houve forte resistência armada, onde os quatro suspeitos foram atingidos e socorridos ao Hospital Municipal de Belford Roxo, porém não resistindo aos ferimentos. Com eles, foram apreendidos um fuzil modelo AK-47 e três fuzis Colt-5.56, os quatro com carregadores municiados, e uma granada, além do automóvel.
Os quatro envolvidos eram conhecidos pelos apelidos de Bibico, Urubuzinho, JN e Maçã e integravam a facção criminosa que atua no Complexo da Penha, localizado na Zona Norte do Rio, e trabalhavam como “puxadores de guerra” do narcotraficante Edgard Alves Andrade, o Doca, um dos criminosos mais procurados do país.
O grupo era apontado como autor de diversas ações armadas pela disputa territorial de comunidades da Baixada Fluminense como, por exemplo, as do Gogó da Ema e Trio de Ouro, situadas respectivamente em Belford Roxo e São João de Meriti, assim como os envolvidos eram integrantes ativos de comunidades já dominadas pela facção criminosa, como a própria Rola a Bosta e a do Castelar, também em Belford Roxo.
Vale ressaltar que, diante de uma análise preliminar das imagens captadas pela câmera de segurança, o criminoso Maçã seria um dos autores do já citado homicídio de um mototaxista, ocorrido horas antes, em Bom Pastor.



0 Comentários